Razões que explicam o “boom” imobiliário no Brasil (2)

REGRAS DE FINANCIAMENTO MAIS CLARAS

Um dos principais motivos que afastavam as pessoas de tomar um empréstimo imobiliário era o famoso ‘resíduo do saldo devedor’.

Mesmo após ter pago todas as parcelas do financiamento, o mutuário via-se obrigado a pagar um valor residual, sendo muitas vezes necessário ‘refinanciar’ o imóvel para quitar definitivamente sua dívida.

Os financiamentos atuais não oferecem mais a possibilidade desse resíduo.

O futuro mutuário pode escolher a modalidade de sistema de financiamento mais adequada à sua condição financeira e necessidade pessoal: parcelas fixas, crescentes ou decrescentes.

Por exemplo, como o valor da prestação não pode superar, em regra, 30% da renda do interessado, este, se desejar obter um crédito maior, vai optar pelo sistema de parcelas crescentes.

Em outra situação, o interessado que tem uma maior estabilidade de emprego provavelmente vai optar pelas parcelas fixas, com correção apenas pela TR.

Outro fator positivo que impulsionou os financiamentos imobiliários foi uma maior flexibilidade dos bancos na análise da comprovação de renda de seus clientes, que pode ser feita, inclusive, pela movimentação financeira média em sua conta corrente.

Claudio Antonio Brandão

Depto. Vendas CMB IMÓVEIS

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