Estresse (1): Não há como fugir dele, temos que aprender a controla-lo

Só estamos hoje neste mundo porque o cérebro de nossos antepassados pré-históricos desenvolveu mecanismos complexos de preservação da vida diante de situações muito perigosas.

 

Se em um passado muito distante tínhamos que enfrentar uma fera faminta, hoje nossos “predadores” são a violência urbana, os relacionamentos mal resolvidos, as perdas, as cobranças, entre tantas outras coisas.

 

Diante de uma situação de perigo iminente, nosso cérebro produz uma série de hormônios que prepara nosso corpo para tomar uma decisão: lutar ou fugir.

 

A falta de reação diante de uma dificuldade, a paralisia, também conhecida como “dar um branco”, ocorre quando a parte racional de nosso cérebro não consegue se sobrepor a uma verdadeira “inundação” de substâncias estressoras dentro da corrente sanguínea.

 

A mente enfraquecida provoca o “branco”. Se nosso amigo “homem das cavernas” tivesse um “branco” na frente de um leão, certamente se transformaria em uma bela refeição.

 

Já a decisão entre lutar e fugir deve ser tomada por uma mente que seja, ao mesmo tempo, equilibrada e competente: o bom senso precisa vir acompanhado da habilidade “técnica” exigida pela situação e vice e versa, ou seja, a competência sem prudência é um convite ao erro.

 

 

Claudio Antonio Brandão

Diretor de Vendas

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